Procuro o amor, que te morreu no peito. O que está contigo agora, me machuca, fere, diz palavras rudes, e, nunca está satisfeito comigo.
Procuro a pessoa com quem eu sempre ficava horas conversando sem me cansar, alguém que estava sempre comigo, dentro de mim, sabia o que eu pensava antes mesmo de eu dizer, e, que se preocupava, de maneira doce.
Procuro a docilidade que ficava detrás de todas as tuas palavras, de todos os teus gestos. Não quero este amor enganador, que de matreiro, está me roubando a autonomia e os pensamentos próprios.
Procuro a força e fé, que depositei em ti, pois agora me faltam, e, tu não tens para me dar de volta.
Procuro aquela força de vontade, o modismo dos apaixonados, o inabalável sentimento de posse, em detrimento com a liberdade que tinhas.
Procuro por tudo enquanto perdi, e, só agora me vem a falta, pois quando se tem… Não se valoriza, ainda que digas todos os dias, que sois indigno de mim, ainda tenho fé de que a criatura que eu tanto amei, floresça em ti.
Procuro pelo mau hábito que criaste ao acorrentar meu coração ao teu.
Autor desconhecido.


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